Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia

17 Maio

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Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia

O Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia (DICHT) é reconhecido em mais de 60 países em todo o mundo, sendo assinalado a 17 de maio, desde 1990, quando a Organização Mundial de Saúde eliminou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais.

Assim assinalamos o início do Ciclo de Ações “Gente desse Género”, durante os próximos trinta dias.

Na Austrália, por exemplo, embora se tenha feito um longo trajeto, leis injustas e atitudes hostis significam que a discriminação contra pessoas homossexuais, lésbicas, bissexuais, transgéneros e Intersexo (LGBTI) ainda está difundida.

A maioria das pessoas LGBTI tem que lidar com o assédio homofóbico ou transfóbico ou com o abuso verbal e muitas foram agredidas fisicamente apenas por serem quem são. Como resultado da homofobia e da discriminação, os jovens LGBT são mais propensos ao consumo de drogas, a lesões autoinfligidas ou à tentativa de suicídio.

As pessoas LGBTI na Austrália, por exemplo, ainda lutam pela igualdade de direitos, como o direito de se casar, ou o direito de adotar crianças, e algumas igrejas, escolas e instituições ainda legalmente podem discriminar com base na sexualidade.

No caso de Portugal, porém, há direitos adquiridos, mas que são comumente colocados em causa. Foi uma grande conquista o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas continua a pairar o ‘fantasma’ da possibilidade da adoção conjunta, que até agora se tem cingido apenas ao nível individual – em termos sociais, esta situação continua a gerar o debate, dado que, na prática, a médio trecho, e em caso de situação de óbito, por exemplo, do progenitor jurídico, @ parceir@ sobrevivo pode ver retirada a guarda da criança, por não ser aceite em termos do direito. Começam a surgir algumas vozes políticas com o intuito de tentarem introduzir algumas ligeiras alterações. Resta aguardar que o bom senso impere e os direitos da criança venham como prioridade maior.

Eis porque precisamos do DICHT. É uma grande oportunidade para desafiar a homofobia e a transfobia e celebrar a diversidade. Qualquer pessoa, seja essa pessoa heterossexual, bissexual, homossexual, transexual, intersexual, se pode envolver em qualquer ação, grande ou pequena, e pode fazer a diferença.

Afinal, todos partilhamos este espaço que é o planeta Terra!

Estamos juntos!

Saudações LGBT!

António Guarita

Coordenador do Projeto “Agressão, Não!” contra a Violência Doméstica entre Casais Homossexuais

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 agressaonao@opusgay.org
www.agressaonao.wordpress.com
Tel.: 96 157 14 97

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