Questionário

15 Out

Questionário

Prevalência e Características da Violência em Casais Homossexuais

Este estudo insere-se no âmbito da preparação da dissertação de Mestrado em Psicologia Jurídica pela Universidade Fernando Pessoa desenvolvida pelo mestrando Hugo Domingues, sob orientação da Professora Doutora Ana Isabel Sani e Professora Doutora Cristina Soeiro.

A presente investigação tem como objetivo compreender as dinâmicas e características envolventes nas relações violentas em casais homossexuais, bem como analisar a prevalência do fenómeno.

Assim sendo, como pré-requisitos para responder ao presente questionário é necessário:
– ter mais de 18 anos;
– estar ou ter estado numa relação amorosa com uma pessoa do mesmo sexo.

O preenchimento do questionário terá uma duração de aproximadamente de 15 minutos, não existindo respostas certas ou erradas. Por favor, leia com atenção todas as questões e responda a todos os itens do questionário.

As informações recolhidas são estritamente confidenciais e anónimas, sendo que, apenas os investigadores responsáveis pelo projeto terão acesso aos dados. O questionário pode ser acedido AQUI.https://docs.google.com/forms/d/1sqGs9-SreRiVtHK6YFntC-duLMIajF29WonxWEFcvYs/viewform

A participação neste estudo é voluntária e a qualquer momento poderá recusar a sua participação, sem que isso resulte em qualquer prejuízo para si.

Agradecemos, desde já, a sua colaboração e caso tenha questões adicionais sobre o estudo deverão ser dirigidas ao autor, a partir do seguinte endereço de correio eletrónico: 30305@ufp.edu.pt

(Divulgação, a pedido de Hugo Miguel Jacinto Domingues, 2º ano do Mestrado em Psicologia Jurídica da Universidade Fernando Pessoa)

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Agressão, Não! | Boas Festas

20 Dez

Agressão, Não! | Boas Festas

A violência doméstica e a saúde | Jornal Açoriano “Alerta Saúde”

9 Dez

A violência doméstica e a saúde – um artigo de António Guarita, Coordenador do Projeto “Agressão, Não!, contra a Violência Doméstica entre Casais Homossexuais no Concelho de Lisboa”, com o Apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

Veja o artigo aqui!

Violência Doméstica entre Casais LGBT

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O Inimigo em Casa, de Mauro Paulino e Manuel Matias

9 Dez
Obra de referência na área da prevenção e combate da Violência Doméstica

Obra de referência na área da prevenção e combate da Violência Doméstica

Veja aqui o Vídeo do Lançamento deste Livro.

Opus Gay no Seminário “Violência Doméstica em relações LGBT e homofobia”

4 Dez

Estivemos presentes no seminário que teve lugar no passado dia 29 de novembro de 2013, no Instituto Técnico de Setúbal. O evento foi organizado pela Cooperativa SEIES, no âmbito do projeto Vaivém, contra a violência doméstica.

Pela Opus Gay, tivemos a intervenção de António Serzedelo, Presidente da Opus Gay e José António Teixeira, Psicoterapeuta.

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Informação e divulgação acerca do nosso projeto

9 Set
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A Violência Doméstica magoa toda a gente

O nosso projeto, já na sua segunda fase de implementação, tem sido uma mais valia para a população LGBT, para os técnicos do nosso projeto e para técnicos e outros indivíduos externos à nossa associação.

Temos facultado informação, ações de divulgação e prevenção, sessões de atendimento a nível sociológico, psicológico, jurídico e afins, com algumas conquistas relevantes e dignas de nota. Os nossos utentes têm agora outra perceção das suas dificuldades e estão mais dotados das ferramentas para fazer face e ultrapassar os obstáculos. Temos vindo a acompanhar utentes que chegaram até nós em estado de desespero e sem qualquer bússola de referência. Após o acompanhamento por parte dos nossos técnicos, esses cenários, aos poucos, têm vindo a melhorar substancialmente, tendo mesmo havido situações em que o acompanhamento deixou de ser necessário.
Um outro objetivo a que nos propusemos tem que ver com o despertar de consciências por parte das forças de segurança; por esse motivo, estamos a trabalhar para que também esses profissionais possam ser ainda mais eficazes no combate à violência, incluindo a doméstica entre casais homossexuais.

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A Violência Doméstica e o Código Penal

24 Ago

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CÓDIGO PENAL

Artigo 152.º

Violência doméstica

1 – Quem, de modo reiterado ou não, infligir maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações da liberdade e ofensas sexuais:

a) Ao cônjuge ou ex-cônjuge;

b) A pessoa de outro ou do mesmo sexo com quem o agente mantenha ou tenha mantido uma relação análoga à dos cônjuges, ainda que sem coabitação;

c) A progenitor de descendente comum em 1.º grau; ou

d) A pessoa particularmente indefesa, em razão de idade, deficiência, doença, gravidez ou dependência económica, que com ele coabite;

é punido com pena de prisão de um a cinco anos, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal.

2 – No caso previsto no número anterior, se o agente praticar o facto contra menor, na presença de menor, no domicílio comum ou no domicílio da vítima é punido com pena de prisão de dois a cinco anos.

3 – Se dos factos previstos no n.º 1 resultar:

a) Ofensa à integridade física grave, o agente é punido com pena de prisão de dois a oito anos;

b) A morte, o agente é punido com pena de prisão de três a dez anos.

4 – Nos casos previstos nos números anteriores, podem ser aplicadas ao arguido as penas acessórias de proibição de contacto com a vítima e de proibição de uso e porte de armas, pelo período de seis meses a cinco anos, e de obrigação de frequência de programas específicos de prevenção da violência doméstica.

5 – A pena acessória de proibição de contacto com a vítima pode incluir o afastamento da residência ou do local de trabalho desta e o seu cumprimento pode ser fiscalizado por meios técnicos de controlo à distância.

6 – Quem for condenado por crime previsto neste artigo pode, atenta a concreta gravidade do facto e a sua conexão com a função exercida pelo agente, ser inibido do exercício do poder paternal, da tutela ou da curatela por um período de um a dez anos.

Refletir para Agir – Ciclo de Ações Continuadas

30 Jun

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Vamos ter ao longo da duração desta fase do nosso projeto, Agressão, Não!, contra a Violência Doméstica entre Casais Homossexuais no concelho de Lisboa, uma série de ações nas mais diversas vertentes, que se destinam essencialmente aos membros da população LGBT, técnicas nas mais variadas áreas de atuação, com especial destaque para a violência doméstica, incluindo os direitos humanos desta minoria, [sobremaneira mais fragilizada, devido a uma panóplia de fatores que, efetivamente, contribuem para a discriminação e estigma, com consequência amiúde desastrosas/dramáticas (veja-se o caso de tantos transsexuais, que há anos se tem vindo a arrastar, sem conseguirem um emprego ou serem bem aceites pela sociedade em geral, mesmo antes de a crise económica ter sido despoletada)], forças de segurança e outros organismos, donde ressaltam as instâncias judiciais, reinserção social, apoio à vítima, serviços municipais, IEFP, etc.

Há que, de facto, tentar reduzir ao máximo este impacto que apenas sociedades, que se dizem modernas, continuam com as mentalidades muito aquém do que seria desejável.

Verifica-se desde sempre que as pessoas, por uma ou outra razão, têm sempre algo a apontar aos seus semelhantes: “um é gordo, a outra é magra, aquele é baixo, o outro tem uma nariz grande, a menina tem o dentinho de fora ou é anorética”, enfim… encontra-se sempre algo para provocar sofrimento ou chacota ao “vizinho do lado”, tantas vezes pelo prazer apenas de ridicularizar e desviar a atenção de si mesmo/a.

No mundo real, a vida é feita de contrastes a todos os níveis, sendo que, a haver uma coexistência mais desprovida de preconceitos, tudo se tornaria muito mais fácil.

Esta série de ações, terá diversos formatos, de que destacamos intervenções em palestras, artigos para publicações na área da saúde e outras, entrevistas, dicas e recomendações de segurança e como agir em caso de violência. Isto porque existem profissionais específicos para este tipo de problemática, sendo que a nossa equipa, sendo multi-disciplinar, abarca um grande conhecimento e poder de intervenção junto da população alvo (LGBT) e de outros técnicos e organismos, não podendo nós esquecer, NUNCA, o público em geral.

Este nosso projeto, COM O APOIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA, em nosso entender, tem sido uma mais-valia pela qualidade da intervenção e pela assistência na mudança de vidas, comportamentos, atitudes e mentalidades, nomeadamente no seio dos casais LGBT no concelho de Lisboa, e que a nós têm recorrido, pelas mais diversas situações.

 

 

A OPUS GAY E A 14ª MARCHA DO ORGULHO – LISBOA

21 Jun

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A Opus Gay (Obra Gay Associação) tem vindo a fazer ativismo em prol da população LGBT e tem, inclusivamente, contribuído para que as poucas conquistas se tenham efetivado e tornado, assim, realidade e, dentre elas destacam-se o casamento entre casais do mesmo sexo, o processo da mudanças de sexo e do nome próprio no Registo Civil, e mais recentemente a coadoção.

O ideal, no âmbito do nosso trabalho de fundo, é fazer trabalho em rede em todos os momentos, pois só dessa forma as instituições da sociedade civil que se dedicam a estas minorias sexuais têm mais peso junto dos responsáveis pelas tomadas de decisão neste país.

É por esse motivo que apoiamos a realização da Marcha do Orgulho 2013, que se vai realizar a 22 de junho, sábado, e que vai já na sua 14ª Edição.

Estas Marchas não são lúdicas, mas são-no também. O que elas são é a afirmação da cidadania por umas poucas horas, no espaço público, pelas minorias que habitam a cidade, porque durante o resto do ano todo a urbe é ocupada orgulhosamente pela heterossexualidade e pelo heterossexismo que pouco espaço deixa à cidadania dos demais.

Por isso, na Opus Gay pensamos que nos devemos solidarizar com todas as lutas dos LGBT e, simultaneamente, entrosarmo-nos em todas as outras lutas sociais que atravessam a sociedade portuguesa, tendo em conta a atual conjuntura que se nos afigura extremamente difícil a diversos níveis.

DIREÇÃO DA OPUS GAY

Ciclo de Ações “Gente desse Género” – 17.5.2013-18.6.2013

18 Jun

É com imenso prazer que divulgamos alguns aspetos gráficos do que ocorreu durante este nosso ciclo de ações “Gente desse Género”.Foram diversificados os agentes envolvidos nestas ações, bem como os públicos-alvo, de que destacamos os seguintes, com um enorme obrigado:

* Teatro Nova Morada, Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Ginásio Pump Nações, Liga Portuguesa Contra a Sida

* Um bem haja ao encenador/produtor Nuno Loureiro e à sua equipa.

Veja tudo aqui

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